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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Amizade: Pensamento

Cada novo amigo
que ganhamos no decorrer da vida
  aperfeiçoa-nos e enriquece-nos,
       não tanto pelo que nos dá,
         mas pelo que nos revela
                de nós mesmos.


   Miguel de Unamuno

13 comentários:

Eloah disse...

Parabéns minha nova amiga pela beleza das palavras e do Blog.Vim conhecer e já me instalei.Sou sua nova seguidora.A amizade é um bem precioso que deve ser cuidado e conservado,Brisas e flores para enfeitar tua alma.Bjs Eloah

manuela barroso disse...

Sabes que não tinha pensado nisso?
Só tu para te apoiares a fundo nas tuas observações!
Amigos, querida amiga, é um mundo de partilha e bem querer.
Gostei. Continua Beatriz.
Parabéns!
Mas falta a imagem...
Aquele abraço

Beatriz Bragança disse...

Espero que se simta mesmo bem instalada no meu blog. Saiba que me sinto muito lisonjeada por tê-la como minha seguidora.Deve ter uma enorme sensibilidade, a avaliar pela poética que emana das suas palavras.
Muito obrigada.Aromas doces e muita felicidade.Beijinhos
Beatriz de bragança

Célia Maria de Sousa Arruda Jacobino disse...

Olá!
Palavras que nos tocam profudamente, pois quem tem bons amigos e amigos verdadeiros são grandes tesouros.
Adorei vir aqui e já estou a te seguir.Faço o convite para que conheça o meu humilde cantinho.
Felicidades e muito sucesso.
http://wwwavivarcel.blogspot.com.br

Beatriz Bragança disse...

Que bom!Mais uma amiga!Vou já visitá-la,pois, como dizia Charles Perrault:Se o Desejo ao juntar-se
à Beleza deu origem ao Amor,
não se pode duvidar de que
esse mesmo Desejo e a Bondade
ao morarem juntos
tenham dado à luz a Amizade.
Obrigada, minha querida Célia
Com todo o carinho
Beatriz de Bragança

Túlia Catalão disse...

Parabéns pelo lindo blog e pela essência que emana das palavras.
Adorei vir aqui.
Será um gosto ter a sua visita também.
Beijinho, Beatriz

Beatriz Bragança disse...

Quem não é poetisa nata,tem de se defender de outra maneira,para que o blog tenha algum interesse.Eu decidi pesquisar para aprender e, quem sabe ,dar a conhecer a outros, ideias nas quais nunca haviam pensado.Sinto um grande prazer nisso.Já viste a imagem?
Primeiro pus uma da qual até nem desgostava,mas não era exatamente o que queria.Procurei com a Marta, mas a paciência dela não era muita,até porque já era muito tarde e ela tinha tido um dia muito preenchido.Sozinha, nas calmas, encontrei.
Beijinhos

Beatriz Bragança disse...

Tenho estado adoentada,mas agora vou retomar as minhas lides informáticas.Vou visitá-la ainda hoje.
Beijinho
Beatriz

manuela barroso disse...

Oi minha querida!
Então por onde andas?
Não és só tu amarelando com o outono.
Por aqui também caiu folha!
As tuas rápidas melhoras
Aquele abraço querida!

Sabes que aprecio mesmo a forma como comentas?
Uau! Que empatia!
Bjissss

Beatriz Bragança disse...

Querida Manelinha:
O que tens? Não te sentes bem ou é o outono?
Eu estou a melhorar a olhos vistos,graças a Deus e quero ver-te bem também.
Um caloroso abraço da
Beatriz

Dorli disse...

Oi Beatriz!
Não me lembro se comentei.
Obrigada pelo comentário
Tô seguindo
Beijos
Lua Singular

Humberto Maranduva disse...

A amizade só se torna possível no âmbito da construcção alicerçada dos afectos.

Deixo-te este escrito sobre o assunto:

AFECÇÃO DE AFECTOS


Toda a violência é doentia e deplorável. A doméstica, sobre as mulheres, é execrável. Existe, cada vez mais, um certo tipo de relações afectivas, que liga alguns homens e mulheres, pautado, em termos qualitativos, segundo tem vindo a lume, por aspectos perfeitamente patológicos, porque eivados de violência aparentemente gratuita, mesquinha, redutora; que acaba por estiolar o viço do amor; que aniquila, muitas vezes, um último capital de esperança colocada no banco dos afectos, onde apenas um só elemento do par desavindo investe; que faz desabar, por completo, todo um edifício emocional de equilíbrio e usufruto, inicialmente alicerçado a partir do betão da confiança, da compreensão e da doce cumplicidade de quem parecia se amar e pretendia comungar de uma vida em uníssono, partilhando alegrias e tristezas, sucessos e contrariedades, objectivos ponderados e renúncias conscientes.

Claro que uma relação a dois só pode funcionar, se for posto de lado o egoísmo de um, ou de ambos; evidentemente que um qualquer casal, quer tenha institucionalizado a sua união através do sacramento do matrimónio, quer tenha selado o seu compromisso por meio do registo civil, quer ainda se mantenha ligado no âmbito da união de facto, tem de trabalhar todos os dias na direcção dos seus interesses comuns, ou seja, não perdendo de vista a importância da satisfação das necessidades plausíveis da família e do bem estar dos filhos, caso tenham optado pela sua concepção. Pessoalmente consideramos os filhos uma benção, um milagre, a perpetuação da vida do casal, ainda que para lá da sua morte material ou dual, e de cada um dos elementos que lhes dá o ser.

Paralelamente, importa que se aposte incondicionalmente no diálogo; conversar, conversar sempre, diariamente, sem ironia, sem rancor, esclarecendo dúvidas, dissipando incertezas, cimentando a confiança, sem receios nem medos. É terrível dar ouvidos a terceiros, levar em conta denúncias anónimas, alimentar suspeições em silêncio. É que a partir daqui a imaginação acaba por fazer o resto, precipitando o princípio do fim, através de atitudes que começam por ser ofensivas, por comportamentos que entretanto vão sendo agressivos, por gestos que violam a integridade física do parceiro, descambando em reiterada violência. Irracionalidade própria das bestas... Mas esta problemática extrapola o contexto meramente passional.

Tem a ver também com a falta de recursos económicos das famílias. Penosa realidade em alta, esta. Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão. Surgem as acusações, os complexos de culpa, as perseguições mentais, a crueldade, o vazio afectivo; está presente, muitas vezes, a avassaladora dependência do álcool ou de outras drogas, para mascarar o drama; uma vez mais a irracionalidade própria das... pessoas profundamente infelizes e perdidas.

Nos jovens, então, julgamos nós, a agressividade embrionária que lhes vai tolhendo já o porte, o perfil e a atitude, prende-se com os climas mais ou menos densos, mais ou menos viciados, mais ou menos virulentos que os envolvem a partir de idades cada vez mais precoces. Não tem havido o cuidado indispensável em preservar as crianças, os adolescentes e os jovens, de todo o tipo de violência gratuita que actualmente nos é servido em doses industriais, logo a partir de casa, quer por omissão ou protagonismo quezilento dos pais, quer pelo desleixo tutelar opcional a que tem estado votada a escola, quer ainda pelo apocalipse programático que as televisões esparramam incansavelmente nas cabecinhas da nossa malta... Principalmente!

MANUEL BRAGANÇA DOS SANTOS

M. disse...

Amiga Beatriz, uma das coisas mais preciosas que tenho (se é que se pode usar o verbo ter, de posse) são as minhas amigas! Um dia em que não fale com pelo menos uma delas é um dia mais triste!
Beijinhos e bom São João :)