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sexta-feira, 28 de junho de 2013

TERNURA



Onde estão os meus afetos
E todos nossos projetos?!
Um vendaval outonal,
Com a ajuda do inverno
Destruiu o que era terno.

Nas folhas, em rodopio,
Iam também a candura,
Emoção e aceitação,
Uma grande admiração
E muita, muita afeição.

Mas o vento, quando leva,
Não volta a pôr no lugar.
Muito menos...sentimentos
O que só veio agravar
A ausência a suportar.

Porém, chega um turbilhão,
Que tudo veio alterar
Trouxe consigo a paixão
Junto co'a luz do luar
E muita, muita afeição.

De repente, há um silêncio!
Só a Lua nos espreita
E ela toda se deleita
Com a TERNURA refeita
Nos corações de nós dois.


Beatriz de Bragança Santos

22 comentários:

Jonas R. Sanches disse...

Versos apaixonados e intensos Beatriz, meus parabéns pelo trabalho que faz aqui.

Abraços e um ótimo final de semana!

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Oí amiga Beatriz,também ficarei à espera dos seus lindos versos.

Obrigada da visita e comentário.

bjs querida amiga e um ótimo final de semana.

Carmen Lúcia-mamymilu.blogspot.com

Dorli disse...

Oi Beatriz

Que linda poesia, cheia de amor e ternura.
Da a impressão que estamos sonhando ao ler a sua poesia
Linda
Beijos
lua Singular

✿ chica disse...

Lindo demais,Beatriz. A ternura deve estar junto sempre, lado a lado! beijos,ótimo fds!chica

Mariazita Azevedo disse...

Querida Beatriz
A todos os casais que se amam aparece, por vezes, um vendaval, que arrasta consigo tudo o que de bom existia.
Mas o Amor é, em si mesmo, um verdadeiro milagre. Basta um ventinho para trazer de volta todos os sentimentos que pareciam perdidos.
Com a Lua “casamenteira” tudo volta ao normal, e a ternura volta a invadir os corações.

Achei este poema uma verdadeira delícia!

Gostei muito do seu comentário. Também tenho muita pena de não dispor de um jardim para poder jardinar à vontade.
Apesar de tudo, vivendo num apartamento, tenho uma varanda muito grande (marquise que mandei envidraçar) onde tenho bastantes plantas (principalmente orquídeas - agora estão imensas em flor - e as tais flores de cera). A flor de cera velha agora tem uma flor (!!!) e a mais nova está, de novo, repleta de cachinhos. Ontem, numa contagem rápida, contei 23, alguns já abertos. É uma planta abençoada!

Desejo que seu fim de semana também seja abençoado com muito Amor e Paz.
Beijinho GRANDE

Anne Lieri disse...

O vento que leva não traz de volta...que linda sua poesia,Beatriz!Adorei!bjs,

Nilson Barcelli disse...

A ternura é uma das coisas boas da vida.
Magnífico poema, gostei muito.
Beatriz, minha querida amiga, tem um bom domingo.
Beijo.

Rebecca Rosenbaum disse...

hola Beatriz,
la ternura nos embeleza y es como un carisma que hace bien a todo ser humano.

un abrazo fuerte^^

Nina Filipe disse...

Minha querida Beatriz eu esto-te dizendo à temos que na mina barra latra tem um mimo para si e não dei porque ainda não o levou será que não dosta.
Meu amor o comentário que esrá no meu blogue de certo que não é para mim volte a ver e como eu sou uma chata gostaria de ver o que fiz para si no seu bjuo, me deasculpa, mas adevem de ir por ai alguns erros pois esto muito doente e nem sei se voltarei aqui pois ustou com uma enorme deessão no ultimo grau vou amanhã pedeir ao meu médico de famila que me ajude orque já não aguento mais, amiga estou quase como os drogados não há comprimidos que resistam estou a ser vigiada horas or dia..beijinhos meu anjo e oprazer de ser sua amiga niguém nunca me vai roubar .

Mariazita Azevedo disse...

Querida Beatriz
Muito obrigada pelo seu carinho sempre presente.
Eu também gosto muito de Fátima Irene Pinto, que tem textos maravilhosos. Tenho alguns guardados que me são enviados, por email, por um amigo brasileiro.

Desejo uma semana muito feliz.
Beijinhos

Dorli disse...

Oi querida
Há dias que percebi que você está na minha lista de blog e nunca sai do último lugar. Agora é só clicar lá e cá estou.
Eu escolhi alguns e coloquei em ordem de postagem recente, mas a tua nunca aparece.
Quando entrar no meu blog, clica mostrar todos e desce a lista e vai ver o seu blog.
Obrigada pela visita
Lua Singular

manuela barroso disse...

Que mais te dizer minha doce amiga?
O sol desperta cada dia. Teu despertar é mais sereno com tua bondade e sensatez delicada na delícia das palavras que vão caindo em filamentos em cada verso que fazes. Onde te escondeste Beatriz?
Desculpa a minha ausência no dueto mas na volta...tudo recomeça. Breve te enviarei
Parabéns minha querida
Aquele abraço

vieira calado disse...

Saído da alma!
Alma de poeta!...
Beijinho para si!

✿ chica disse...

Voltei pra agradecer teus carinhos!beijos,chica e lindo dia!

Silenciosamente ouvindo... disse...

Versos encantadores...Nada melhor
que a Ternura seja em que idade
for. Amiga eu resolvi colocar
todos os dias uma canção da Simone,
até totalizar todas do seu CD
"pedaços de mim" porque penso
será o seu último CD.
Um beijinho
Irene Alves

Tamara disse...

Cuanto amor en este poema. Un besazo.

Tamara disse...

Tienes un regalito en mi blog por el apoyo que me diste durante mis exámenes, espero que te guste. Un besazo.

Anne Lieri disse...

Beatriz,vim reler os seus textos e poesias e desejar boa semana.bjs,

Luma Rosa disse...

Oi, Beatriz!!
O amor também vive os seus ciclos!
Que a ternura sempre esteja presente em sua vida!!
Beijus,

Toninho disse...

Apaixonadamente belo apesar dos desencontros que rondam um grande amor.
Belo trabalho Beatriz.
Gostei e deixo aplausos amiga.
Linda semana com meu terno abraço.
Beijo de paz e luz.

Humberto Maranduva disse...

Uma vez mais, a propósito de TERNURA, muita coisa pode ser dita, como, por exemplo, tentar descrever aquela sensação ímpar, singular de infinito, sempre que somos objecto de ternura...

Infinito

Sigo ao encontro da luz
Mas quantas noites mais irão passar
na lúcida memória dos dias
na intermitente volúpia da ausência
incandescida pelo aroma inicial?

Sigo ao encontro da sombra
por entre abismos de ternura
e multiplico os silêncios
na eloquência do fogo
que te dilacera os passos

Entre céus e terra permaneço
na prodigiosa densidade do vazio
Entre luz e sombra vou ficando
como quem sente o brilho ardente do infinito

(27/11/2001)

Beijos a ambas

M. disse...

Querida Beatriz,
às vezes parece que a vida nos engana com vendavais, quando afinal pretende que sigamos por um determinado rumo!
Beijinhos