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sábado, 9 de março de 2013

É PRECISO MUDAR

No artigo «Teaching and Learning Ethics- «Evolutionary ethics: can values change», examinam-se hipóteses sobre mudança de valores, ou aparecimento de outros valores. Alguns deles respeitam mais a DIGNIDADE HUMANA. Ao falar-se, aqui, de valores, isso significa uma mudança de atitudes de alguns médicos, que são vistos como os agentes que interferem com a Natureza. Para exemplificar: há vinte anos atrás, os fumadores não eram tratados. Hoje, sabe-se que o tabaco provoca doenças mortais e, por isso, há quatro anos, decorreu uma campanha anti-tabagismo, que chegou à Escola Básica Augusto Gil, no Porto, via Centro de Saúde da Batalha(Porto).
Sob o lema «Querer é poder», em seis sessões de cerca de uma hora cada, alunos do sétimo ano de escolaridade (13 anos) são levados a participar, ao estilo de «brain-storming» em debates sobre o assunto, a fim de serem, desde já, dissuadidos.
O objectivo era diminuir o número de fumadores e evitar que os jovens, um pouco por inconsciência, começassem a fumar. Numa escola com alunos do quinto ao nono ano, a atitude dos mais velhos pode induzir os mais novos. A influência social é um fator essencial na iniciação tabágica. A pressão de grupo de colegas está entre as formas mais importantes que pode assumir a influência social e, aí, entram os professores, para evitar o pior.
Um artigo da autoria de K.C.Calman diz que inicialmente não se dava atenção à infeção por HIV, pois era uma doença que atingia os «gays». Só começou a ser levada mais a sério, quando atingiu alguns atores importantes e, quando se transformou numa epidemia.
Houve, aqui, outra mudança de atitudes, que deu mais importância à DIGNIDADE HUMANA.
Estas mudanças de valor, segundo o autor, também ocorreram devido aos novos conhecimentos, entretanto adquiridos. Na área dos Direitos Humanos, alguns valores não se alteraram, mas devia acrescentar-se:
 Não praticar o Mal.
Regra de Ouro referida pelo autor: Faz aos outros o que gostarias que te fizessem.

5 comentários:

Marte disse...

A mente humana tem tanto de puro, como de perverso.
Não poderia concordar mais; por isso, nem sempre as pessoas fazem o Bem. E nem sempre os bons exemplos são seguidos. Mas está a dar-se uma tomada de consciência que, passa também pela saúde.
Não são só os anos que passam, com eles, dão-se evoluções significativas, em vários campos, nomeadamente na ciência.
Por isso, espero que a consciência social de cada um e a ciência caminhem cada vez mais próximos.

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

As mudanças, com relação à dignidade humana, já avançaram muito. Mas, falta muito ainda.
Um excelente texto!
Um baraço, Beatriz

Eloah disse...

Querida obrigada pela visita no meu Blog e pela generosidade do comentário.Adorei te visitar e ler este texto belíssimo que nos dá a oportunidade de refletir sobre natureza humana e o que temos ainda que evoluir.
Felicidades, sempre.Bjs Eloah

Dorli disse...

Oi, querida
Parece brincadeira, o quanto se gasta com propaganda contra o cigarro, pois a moléstias que causam prejuizos aos cofres públicos.
Eu também era fumante inveterada, até que o ano passado caí, por um descuido, quebrei dois dedos da mão. Fui ao plantonista, que por sorte era minha amiga, que ao ouvir uma "tossinha" chata em mim.pediu também um raio x do pulmão: estava com um pouquinho de pneumonia. Fiquei com medo.
No outro dia fui ao meu médico e lhe disse: Doutor: eu não consigo parar de fumar. Sabe qual foi o remédio que ele me deu? Dorli, você não para de fumar porque não tem vergonha na cara; ajoelhei-me aos seus pés e com as mãos postas disse: obrigada doutor.
Já faz um ano e meio que não ponho cigarro na boca.
O método dele serviu para mim e quantas colegas da minha idade morreram em 2 meses e muitas estão condenadas.
E não adianta, se você não tiver força de vontade e um apoio grande da família você morre, mas não para.
Hoje eu penso quanto fiz sofrer meu filho e marido nesses dias de abstinências. Agora, não sinto mais vontade.
Beijos
Lua Singular

Patricia Galis disse...

Lendo o texto lembrei de quando era criança e via aquelas propagandas de cigarro, geralmente eram vaqueiros lindos, com paisagens de tirar o folego...talvez querendo dizer que fumar libertava....ainda bem que nunca gostei.
Boa dica sobre o artigo, e a unica realidade mesmo é mudança de habito não tem outro jeito.